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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cobre-se menos:seja mais feliz


Durante o curso da vida todos passamos pelo processo da educação: este processo consiste em aprender as regras culturais que organizam o mundo a nossa volta, o resultado de nossas ações e também o acesso ao conhecimento acumulado por nossa sociedade. Contudo, durante este processo, aprendemos também que existem parâmetros e modelos de certo e errado que devem ser seguidos e correspondidos. É claro que desenvolver um comportamento ético é fundamental para a vida em sociedade, contudo o problema ocorre quando as pessoas começam a cobrar a si mesmas para atingirem e corresponderem a padrões de comportamento ideais e que não correspondem às suas vontades e possibilidades. Muitas vezes, a base de uma vida vivida com angústia e ansiedade está no medo constante de não corresponder às expectativas do mundo e à crença de que se não corresponder a estes padrões a pessoa não terá valor, não será nada, não será reconhecida, etc. Desta forma, para que possamos viver vidas mais plenas de sentido de realização é necessário ajustar nossas expectativas e, por incrível que pareça, não ouvir todos os conselhos bem intecionados que nos são dados.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com





Hora da lição de casa: dicas práticas


Dentre as diversas tarefas que os pais realizam com os filhos está a hora da “lição de casa”. Cada vez mais as escolas recomendam que os pais auxiliem os filhos na sua execução e prestem atenção ao andamento destas tarefas em casa. Contudo, para muitas famílias, a lição de casa é mais um transtorno e exigência na rotina. O segredo para tornar este momento mais fácil, agradável e produtivo está em considerá-lo como oportunidade de convívio familiar, ou seja, um momento em que o(s) filho(s) terão exclusividade da atenção dos pais. Assim sendo, sempre que possível, é interessante alternar a tarefa entre os pais para que este convívio possa dar-se de forma igualitária. Outras modo de facilitar este momento são: prover local calmo e silencioso para o estudo, onde não existam estímulos que provoquem distração; fornecer todo o material necessário para a execução da tarefa; programar um ‘horário de tarefa’ em que a criança não esteja geralmente muito cansada e ao menos um dos pais esteja disponível para o caso de ela necessitar assistência; ajude seu filho a começar pelas tarefas mais difíceis pois assim ele cumpre as tarefas menos exigentes quando já estiver ficando cansado; no caso das tarefas apresentarem dificuldades além das possibilidades da criança sempre converse sobre alternativas com a professora; boas notas e tarefas cumpridas devem ser recompensadas com atenção e carinho como forma de demonstrar que você se importa. Outras pequenas regras também podem auxiliar os pais neste momento. Comece a testá-las já esta semana e aproveite a companhia do seu filho(a)!

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP06/86668
gabipdaltro@hotmail.com

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Crianças ansiosas

A ansiedade, os medos e a preocupação não são privilégio dos adultos. As crianças também podem apresentar quadros mais ou menos graves de ansiedade e com tantas nuances quanto na vida adulta. Muitas crianças experimentam queixas somáticas e psicológicas tais como sudorese, tontura, palpitação, vertigem e irregularidades intestinais. Quanto as queixas psicológicas estão a inquietação, medo,pânico, irritabilidade e uma queixa mais ampla de desconforto. A ansiedade pode estar restrita a situações específicas do cotidiano ou apresentar-se de modo mais amplo e difuso. De qualquer modo é sempre um gerador de sofrimento para a criança. A isto de agrava a dificuldade na infância de expressar os próprios sentimentos em palavras, a relação mais dinâmica em relação aos pais e irmãos e as pressões escolares. A terapia infantil está focada em acalmar os sintomas angustiantes ensinando mais habilidades de enfrentamento. Muitas vezes o trabalho também pode envolver os pais, a escola ou as pessoas diretamente ligadas à manutenção dos comportamentos. Uma visita ao pediatra e psiquiatra infantil também podem ser de grande ajuda. O importante é o reconhecimento de que situações ou sentimentos que produzem sofrimento podem dificultar o desenvolvimento da criança e portanto a procura de ajuda profissional é sempre indicada.

Gabriela Pavani Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Você quer mesmo mudar?


Um das principais etapas em qualquer processo de mudança é o reconhecimento da própria responsabilidade ao que acontece. Isto não quer dizer que se deva culpar o cliente por seu sofrimento, mas demonstrar sua participação e o modo como ele pode se responsabilizar por sua vida e seus acontecimentos é fundamental. Neste sentido há sempre uma relutância em mudar: aceitar que a mudança deve partir de si-próprio e não do mundo a sua volta. Alterando seu modo de agir a pessoa produzirá inevitavelmente mudanças em seu ambiente e vice-versa alimentando um círculo de mudanças que se retroalimentam. Uma outra etapa deste processo consiste em compreender e esclarecer os ganhos que a pessoa obtém em viver uma situação desgastante e de sofrimento. Muitas vezes estes ganhos não são conscientes: são ganhos psicológicos, existenciais. Por exemplo a pessoa pode sujeitar-se a uma situação constante de violência conjugal para evitar o medo e a sensação de impotência que surgem ao se lançar ao mundo sozinha. E desta forma milhares de pessoas podem escolher o descanso proporcionado pelos problemas cotidianos e podem inclusive escolher viver um inferno de vida. Quando o sofrimento traz mais prejuízos do que ganhos é hora de mudar e, se preciso for, pedir ajuda especializada.


Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Saúde é: movimentar-se pela vida


Um dos modos de avaliar a evolução e a saúde de uma pessoa é percebendo o quanto ela está livre para agir e pensar. O ser humano é constituído como uma abertura para o mundo, uma clareira onde as possibilidades de ser podem emergir, ou seja, o ser humano é como um espaço em aberto que pode ser preenchido com diversas possibilidades de realização na vida. Um dos trabalhos realizados em psicoterapia é a ampliação das possibilidades de escolha da pessoa. Quando a pessoa não está totalmente saudável tende a parar, estagnar em um só modo de reagir e agir sobre o mundo, produzindo sempre os mesmos resultados e gerando angústia. Ao trabalhar a ampliação da visão e da movimentação (verbal e corporal e existencial) a terapia procura ampliar a clareira para que o ser humano possa realizar-se como o potencial que já é. Tomar consciência a ampliar o contexto de atuação são modos de quebrar defesas (modos estagnados de ação) e liberar a mente e o corpo para a vida.


Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Início da vida sexual: questões para pais e filhos


Uma pergunta que é feita com freqüência, principalmente na adolescência, é sobre o momento ideal para iniciar a vida sexual. A grande maioria das meninas enfatiza a necessidade de carinho e afeto envolvidas na primeira relação sexual, enquanto os meninos tendem a focar a necessidade de uso do preservativo. O conceito de maturidade para início da vida sexual mudou através dos tempos. No passado a menina com 13 ou 14 anos já era considerada mulher e apta a gerar filhos, além da necessidade do casamento. Junto com estas prescrições a atenção ao desejo e ao prazer sexuais eram praticamente inexistentes e, de preferência, negados. Com a emancipação da mulher e o surgimento dos métodos anticoncepcionais, a sexualidade tanto das mulheres quanto dos homens mudou. Reproduzir e casar nem sempre está atrelado ao início da vida sexual. A questão dos adolescentes sobre maturidade não é fácil de ser respondida pois a maturidade é um processo individual. Falar de vida sexual com adolescentes envolve falar também das ansiedades dos pais, que muitas vezes não sabem como abordar a questão. A disponibilidade dos pais para discutir o tema, o cuidado com a auto-estima e ansiedade do adolescente, a escolha do local em que ocorrerá a primeira relação, o tipo do envolvimento com o parceiro escolhido e os métodos de prevenção da saúde sexual são temas que os pais precisam estar disponíveis para abordar. Nestes casos o melhor, tanto para adolescentes quanto para os pais, é iniciar a conversa sem ansiedade, medo ou culpa e regada de muito afeto e confiança.


Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com


Conhecendo a Psicoterapia Existencial


A condição humana nos impõe o contato com todo tipo de vivência possível – desde a mais tranqüila até a mais contraditória. E nesse processo, a angústia se faz presente, muitas vezes de forma insuportável. É preciso, então, compreender aquilo que se aloja em nossa vida sem pedir licença, fazendo-nos restringir nossas vivências. Isso é possível a partir da Psicoterapia Existencial, que se configura como uma proposta de atendimento psicológico que valoriza a vivência, a liberdade e a responsabilidade da pessoa, fazendo-a assumir uma postura ativa em seu processo psicoterápico, de forma que encontre novas formas de relação consigo, com os outros e com o mundo. Assim, a terapia orientada pela abordagem existencial considera, em sua visão de mundo, que o ser humano possui em primeiro lugar uma preocupação com o seu próprio Ser e com o modo como ele se dá no mundo: sua presença no mundo a partir de eventos não controlados; o fato de cada indivíduo estar lançado sozinho na existência; que cada pessoa é responsável por fabricar seus próprios significados e padrões de vida; o fato do ser humano ser a medida de todas as coisas; a abertura ao futuro por não temos um destino pré-fabricado e sermos condenados a experimentar a liberdade de escolha; e o fato irrefutável de que temos apenas uma vida, queremos permanecer vivos e somos impelidos a enfrentar o fato inevitável de nossa finitude. Assim, a abordagem leva a uma terapia focada nas preocupações que emergem da natureza da existência humana e no modo como elas são expressas na vida de cada indivíduo; é a busca da compreensão de sua história de vida, é o desvelamento de novos significados a acontecimentos passados e presentes, é a possibilidade de construção de caminhos mais amplos e abrangentes, plenos de sentido.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com

quinta-feira, 18 de março de 2010

Dor Crônica : buscando ajuda

Segundo a Associação Internacional para o Estudo da Dor, a cada cinco pessoas ao menos uma sofre com dores crônicas. A dor crônica é um problema de saúde multidisplinar, pois pode envolver causas físicas, psicológicas e até sociais. Os portadores de dor crônica tendem a reduzir suas atividades profissionais, intelectuais e sociais o que leva a consequências em sua qualidade de vida. Além disso, a ocorrência de transtornos de humor e, principalmente, de depressão associada a este casos é recorrente. Desta forma, além do tratamento específico para a dor crônica o acompanhamento psicológico se faz necessário. Durante o acompanhamento o cliente é levado a compreender e a aprender a conviver com a dor crônica, bem como ajuda nos problemas psicológicos decorrentes do quadro. Procurar ajuda e manter as expectativas de modo realista são os primeiros passos rumo a uma qualidade de vida melhor.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668




Sentido: caminhos

Muitas vezes ouvimos as pessoas dizerem “minha vida não tem sentido” ou “gostaria de encontrar sentido na vida” ou frases parecidas. Mas, afinal, o que isso quer dizer? Sentido está ligado a duas características básicas da existência e que dão significado a ela: direção e emoção. ‘Sentido’ trazendo a idéia de que a existência humana só tem significado se a pessoa é capaz de enxergar possibilidades no futuro, planos, esperanças; a noção de estar em constante movimento na direção da própria realização. ‘Sentido’ também se relaciona com aquilo que “se sente” que “é sentido” emocionalmente. Assim, o colorido da vida, seu significado está sempre ligado ao colorido emocional das situações vividas no passado, no presente e da clareira que se abre para o futuro. Portanto, quando estiver buscando uma vida repleta de sentido busque encontrar a direção que o seu coração deseja seguir e o caminho, por si só, será repleto de significado.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com




O que é Psicoterapia Breve?

A psicoterapia breve é um modelo de tratamento, que tem como objetivo agilizar o processo terapêutico. Não é uma linha teórica da Psicologia, antes sim uma estruturação que pode se encaixar em qualquer uma das teorias. Muitos dos modelos psicológicos requerem um período de tratamento longo, o que acaba por se tornar oneroso ao paciente. A terapia se torna breve pelo fato de ser focal. Focada em um problema, buscando soluções para este em específico. Normalmente o tempo de duração da terapia gira em torno de 12 sessões. Muitos poderão pensar que é algo superficial; a resposta é sim e não. Profunda para o problema específico e superficial para o restante. Com a terapia breve é possível trabalhar qualquer tipo de problema, visando remover os sintomas principais que trazem sofrimento ao paciente. Dependendo dos recursos do terapeuta e das técnicas que utiliza, pode se aprofundar bastante nas causas e no modo como se dão os mecanismos que levam o paciente a apresentar tais sintomas; possibilitando um tratamento efetivo dentro daquilo que o paciente busca e espera. O tempo é um fator motivacional, que funciona como um marcador e não como uma barreira limitante. Para mais informações visite o site www.gabrielapsicologa.blogspot.com

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com





Segurança e realização

A necessidade de segurança, seja ela material ou emocional, está na base de muitas dificuldades e anseios que permeiam as queixas dos clientes durante o processo psicoterápico. A busca por estabilidade e previsibilidade parece estar na base da dificuldade em crescer, assumir as rédeas da própria vida, desenvolver-se e, até, em deixar filhos e família também crescerem. Desta forma, a pessoa se prende a modos estereotipados e repetitivos de lidar com as mais diversas situações e desafios da vida, em uma tentativa de evitar a dor e sofrimento que situações novas e inesperadas podem suscitar. Contudo, o ser humano é criativo e inovador por natureza. Está sempre evoluindo, assim como seu ambiente também. Ao prender-se a modos sempre iguais e infantis de lidar com o mundo a pessoa tolhe suas potencialidades e possibilidades de realização pessoal, gerando, ironicamente, dor e sofrimento. Assim, grande parte do trabalho psicoterápico segue no sentido de remover as barreiras que impedem que a pessoa de seguir em direção a sua realização como indivíduo. Afinal, a pessoa mais livre não é aquela que está livre de tudo, mas sim livre para tudo.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com






quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Estresse no trabalho:perguntas esclarecedoras

Quando se fala em estresse no trabalho há uma tendência geral em justificar o esgotamento do indivíduo levando em conta um excesso de trabalho. Neste sentido a proposta segue com a recomendação de férias e repouso. Contudo, na maior parte dos casos, a causa do estresse no trabalho está menos na quantidade de demanda do que na dificuldade do indivíduo em lidar com suas tensões internas. O caminho que a psicoterapia traça, em geral, leva em conta a pergunta ‘por que ele trabalha demais? Que tensões vivencia que não lhe permitem executar o trabalho que assumiu?’ Em outros casos a terapia pode caminhar no sentido da pergunta ‘por que trabalha nesta e não em outra atividade? O que ganha ou evita com isso?’. Desta forma, a questão do estresse é dirigida para a relação do indivíduo com seu ambiente e com suas necessidades e recursos internos ao invés do movimento usual de culpabilizar o trabalho em si. A grande tensão vivenciada por todo ser humano e que no caso de situações de estresse fica evidenciada é a tensão que sempre existe entre o que somos e o que sentimos que devemos ser.



Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668



Desenvolvendo a maturidade

A palavra-chave quando se trata de educação de adolescentes e jovens é “decisão”. Saber decidir é a base que distingue uma criança de um adulto: o adulto pode e deve decidir por si mesmo. A adolescência é a fase em que a pessoa pode ensaiar algumas decisões, experimentar com mais liberdade rumo ao desenvolvimento de uma vida adulta com maturidade. Contudo, não é fácil para pais e educadores permitir que os jovens experimentem por si mesmos: muitas vezes eles podem sofrer, obter resultados indesejáveis e até se ferir. Contudo, a função do adulto é ajudar o jovem a compreender os resultados de suas ações e, principalmente, ter a coragem de dizer que na maior parte das vezes que não se pode saber ao certo o resultado das decisões tomadas. Afinal, decidir significa fazer quando você ainda não sabe o resultado. Assim, o principal papel dos pais é dizer que “não importa o que você decidir, vou ajudar no que puder”. Quando se trata de ensinar a viver é preciso também deixar viver.


Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668




A função da doença

Uma das regras do comportamento humano é de que simplesmente nada que alguém faça é desprovido de algum benefício. Este benefício pode ser tanto material como psicológico como por exemplo o fato de uma pessoa manter-se em um trabalho insatisfatório por conta do bom salário até o fato de alguém continuar em uma relação abusiva por medo de encarar o mundo por si-próprio. Assim, compreender a motivação envolvida no comportamento é fundamental no sentido de mantê-lo ou alterá-lo. Isto também é válido para fatores considerados involuntários: as doenças. Ninguém deseja conscientemente ficar doente, contudo isto não anula a função da doença na vida do indivíduo. Com a doença presente o indivíduo em geral está mantendo uma situação em que ou ganha ou evita alguma coisa (por exemplo, decisões que deveria tomar até a necessidade de requerer mais carinho e atenção). Desta forma, um trabalho conjunto entre médicos e psicólogo pode ser de grande valia para o paciente que poderá tratar do contexto total de sua vida: físico e psicológico.


Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com



Como muito se diz: Ano Novo, Vida Nova

Para muitas pessoas a época das festas é repleta de compromissos sociais. Algumas saem de férias, outras continuam a trabalhar e a vida prossegue normalmente. Contudo, a época de comemoração do Ano Novo pode ser uma oportunidade para traçar metas pessoais e renovar a motivação. Aproveitar esta época de rituais de passagem para fazer uma reflexão sobre o ano que passou pode ser uma maneira de entrar em contato com desejos, esperanças, frustrações e todo tipo de sentimentos que as recordações devem trazer. E é a partir desta visitação aos acontecimentos do ano que se pode propor projetos para o próximo ano e aproveitar a sempre corrente de motivação que o Ano Novo desperta. Reveja, reflita, deseje e projete para que o próximo ano possa estar repleto de realizações pessoais genuínas e satisfatórias.



Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com




Dizer ‘não’

Muito se fala hoje da importância de colocar limites e aprender a dizer não, mas o que isso significa de fato? A princípio o limite é uma delimitação, uma barreira que separa dois territórios, duas casas, duas pessoas, dois ou mais direitos. Assim, impor limites significa demarcar/evidenciar um espaço, seja ele físico, emocional ou comportamental. Existem diversas maneiras de sinalizar aos outros até onde eles podem ou devem ir em suas ações: dizendo ‘não’ quando estas ações invadem a privacidade ou ultrapassam uma possibilidade pessoal, através de posturas firmes e claras, através do diálogo aberto, entre outros. Cada pessoa deve encontrar um modo próprio de dizer ao mundo qual o seu espaço e sua possibilidade: afinal só se pode reconhecer o limite do outro quando existe o limite próprio.



Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com