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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Viagra: o que saber antes de usar.
O Viagra e outros medicamentos da mesma linha atua melhorando o relaxamento da musculatura peniana, o que proporciona maior acúmulo sanguíneo no corpo cavernoso, levando à ereção mais rígida. O medicamento é indicado para disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual masculina, que é a dificuldade persistente de obter e/ou manter uma ereção firme o suficiente para um desempenho sexual satisfatório. A disfunção erétil afeta de forma negativa a vida emocional, conjugal, social e no trabalho. Afeta diretamente a auto-estima e a qualidade de vida. Atualmente atinge cerca de 50% dos homens, nas mais variadas faixas etárias e sua causa pode ser tanto orgânica quanto psicológica. De forma geral, o tratamento com psicoterapia sexual é sempre indicado, tanto pela causa emocional quanto pelos prejuízos psicológicos que sempre acompanham o quadro. O Viagra é indicado como forma de manter a auto-confiança na performance sexual, diminuindo a ansiedade e aumentando o relaxamento. É útil quando o homem tem desejo sexual mas não consegue obter excitação/ereção suficiente; ele não produz o desejo sexual. Como regra geral as contra-indicações são para pacientes cardíacos e com problemas circulatórios. Procure sempre ajuda especializada para o tratamento de disfunções sexuais. Consulte o urologista e clínico geral antes de usar a medicação. O psicólogo especialista pode auxiliar sobre a melhor via de tratamento e no modo de utilizar o medicamento com maiores benefícios.

 

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Dicas para aumentar o desejo sexual
A frequência de desejo sexual e vontade de relação íntima varia de pessoa para pessoa. Contudo, quando a o desejo começa a diminuir muito ou desaparecer é hora de procurar ajuda profissional. Problemas físicos como deficiências hormonais e outras condições podem gerar a baixa da libido, mas também questões emocionais, da educação sexual, do relacionamento e da rotina pessoal podem interefrir de forma negativa. Quanto à rotina pessoal alguns pontos se destacam: encontre tempo para você e para a relação; organize seu dia; mantenha o corpo saudável; estimule a mente pensando em sexo sempre que possível; invista em suas fantasias e descobertas sexuais; converse com seu parceiro (a) e peça ajuda para as atividades domésticas; converse mais sobre sexo; peça ajuda no cuidado com as crianças e reserve um tempo a dois; invista no seu lazer; procure estar no aqui-e-agora e usufruir do momento da relação. Estas mudanças ajudam a diminuir o estresse e cobrança, bem como auxiliam na vivência do prazer. Corpo e mente estimulados para o sexo ajudam a impulsionar o desejo. Se tiver dúvidas ou outras dificuldades, procure ajuda especializada.

 

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Mau- humor e pessimismo? Pode ser Distimia.
A Distima é uma forma crônica de depressão de baixa intensidade e que atinge cerca de 3% da população mundial. Na distimia a pessoa preserva a capacidade de funcionamento, não respondendo aos critérios para transtorno depressivo grave, moderado ou leve. Tende a apresentar irritação, fadiga, tristeza a amior parte do dia. Diferentemente da depressão, que se instala de repente, ela não tem essa linha de corte. Ela acompanha o indivíduo desde a adolescência. Os indivíduos que sofrem de distimia desde a adolescência julgam que esse estado de humor seja natural e que faça parte do seu funcionamento "normal". É exatamente por isso que não conseguem perceber a necessidade de tratamento. Duas ou mais características podem estar presentes: apetite diminuído ou aumentado; insônia ou hipersônia; baixa energia ou fadiga; baixa auto estima; fraca concentração ou dificuldade de tomar decisões; sentimentos de desesperança. Na distimia o mau humor é constante. A pessoa costuma ter dificuldades de relacionamento, vontade de se isolar, pode mostrar-se agressiva e pontuar sempre o lado negativo das coisas. Mas existe tratamento. O uso de medicação acompanhada de psicoterapia ajudam a compreender e melhorar o humor e a encontrar uma nova forma de enxergar os acontecimentos, o que melhora a qualidade de vida de forma significativa.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Da autocrítica para a auto-confiança
O autoconceito ou autoimagem é o modo como a pessoa considera a si mesma: suas capacidades e seu valor. O autoconceito é central para o modo como a pessoa vai considerar a si mesma, os outros, o mundo e seu futuro. A maneira mais comum de prejudicar o autoconceito é se criticar em excesso. A crítica pode até ter uma finalidade positiva, pois ela é uma tentativa de mudar um comportamento que não nos agrada, mas de fato ela mais prejudica do que ajuda. O ponto aqui é que a autocrítica não promove mudança. Geralmente, acaba causando a consequência de gerar culpa, raiva e descontentamento consigo. Muitas pessoas se criticam tanto que o simples fato de pararem de se criticar já é um alívio. A mudança real só começa quando você aceita que tem algo que precisa mudar. Pode parecer fácil, mas aceitar, realmente, que você tem algo para mudar é compreender que a responsabilidade é tua, não das outras pessoas. E, finalmente, para parar a autocrítica é preciso substituir os pensamentos negativos sobre si mesmo por elogios e por mais consideração. No início pode até parecer um pouco artificial: e é mesmo. Mas é com a prática e escolhendo dar-se consideração nos acontecimentos do dia-a-dia que a auto-confiança se desenvolve.

 

Gabriela P. Daltro

Picóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Depressão: aprenda a reconhecer este transtorno
A Depressão é um transtorno mental que tende a se instalar aos poucos. Muitas vezes começa com cansaço, estresse, falta de vontade de realizar atividades antes prazerosas, com uma situação de crise como luto ou no casamento e que tende a agravar-se. A pessoa deprimida tende a ficar indiferente, triste ou irritada sem causa aparente e estas reações persistem no tempo, em geral ultrapassando duas a três semanas seguidas. Os sintomas mais comuns são baixa estima generalizada, sentimento de desesperança e vida sem sentido, choro frequente, cansaço exagerado, fadiga, movimentos lentos, vícios em alcóol e outras drogas, perda de libido, isolamento social, alterações no sono e apetite, perda do humor, comprometimento da higiene pessoal, pensamentos constantes de morte, dores no corpo, medo de tudo, dificuldade para tomar decisões. Muitas vezes surgem alguns destes sintomas, portanto somente um psiquiatra ou psicólogo pode avaliar melhor. O tratamento inclui medicamentos e psicoterapia, que vai ajudar a identificar as causas e situaçoes que mantém o quadro e ajudar a pessoa e família a lidar com a situação.


Gabriela P. Daltro

psicóloga cRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

 
Saiba mais sobre a anorgasmia: dificuldade em atingir o orgasmo
A Anorgasmia é uma disfunção sexual que se caracteriza pela dificuldade ou impossibilidade em atingir o orgasmo e afeta cerca de 25% das mulheres. Esta dificuldade pode ser primária, ou seja, a mulher pode nunca ter atingido o orgasmo ou secundária, quando a mulher já atingiu o orgasmo mas no momento não consegue devido a causas orgânicas ou psicológicas. Em sua maior parte, a dificuldades estão relacionadas a falta de informação adequada sobre sexualidade, medo e culpa, aversão ao parceiro ou conflitos na relação amorosa, medo de engravidar, entre outros fators como homossexualidade oculta ou ejaculação precoce do parceiro. Quanto as causas orgânicas, as mais comuns estão relacionadas a disfunções hormonais e transtornos como depressão. Durante o atendimento em psicoterapia sexual são investigdas as causas do problema, oferecida informação adequda e confiável sobre sexualidade e trabalhados temas e problemas emocionais. Muitas vezes sã recomendados exercícios individuais e em parceria, bem como leituras e muita conversa. Um psicoterapeuta sexual saberá realizar um diagnóstico preciso, bem como indicar o melhor tratamento. Procure ajuda especializada. Uma vida sexual com saúde reflete em sua qualidade de vida.

 

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Orientação vocacional: ajudando pessoas a escolher e decidir
A orientação vocacional/profissional é um processo guiado de autoconhecimento voltado para a escolha profissional. É direcionado para alunos do ensino fundamental que desejam escolher cursos no ensino médio; para jovens que pretendem prestar o vestibular; profissionais que desejam mudar de carreira e pessoas que já estão aposentadas e querem redirecionar suas ações e produtividade. Durante a orientação são realizadas sessões de entrevistas e testes que auxiliarão na escolha de uma área ou atividade. Durante os encontros são investigadas as habilidades do indivíduo; o conjunto de características predominantes e relevantes para a atuação profissional (perfil); o estilo de vida buscado, o retorno financeiro esperado; a cultura e o meio social em que está, as determinações familiares; o conhecimento da realidade profissional e, por fim, o apoio à tomada de decisão consciente. A orientação vocacional abre espaço para pensar alternativas ainda não consideradas, bem como para o conhecimento dos cursos e atividades disponíveis e dos obstáculos a serem enfrentados neste processo.
 
Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com