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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Como funciona a Orientação Psicológica Online?

Sessões de terapia à distância estão sendo cada vez mais usadas por pessoas que têm muitas coisas para fazer e pouco tempo. A idéia é simples: em vez de se deslocar até o consultório, sua consulta é feita usando o método de comunicação virtual com o qual você e o terapeuta se sentem mais à vontade. A terapia online também é útil para quem viaja muito e não consegue manter a rotina das consultas. Para fazer uma sessão de terapia online, você não precisa nem de um computador, pode usar um iPad ou um smartphone compatível com o Skype. As sessões online apresentam uma oportunidade única de aprendizado e mudança comportamental, uma vez que o contato com o profissional é o mesmo que de forma presencial. Algumas pessoas podem sentir-se ainda mais seguras e confiantes no ambiente virtual. O Conselho Federal de Psicologia – CFP autoriza o psicólogo a prestar atendimento psicológico/orientação psicológica, mediada pelo computador, oferecendo orientações práticas e aconselhamento para a resolução de problemas específicos de modo focal e breve.Até o momento, o psicólogo pode dispor de até vinte contatos/sessões. É direito do cliente e é garantido através do “Código de Ética Profissional do Psicólogo“, o sigilo absoluto de todas as informações. 
Saiba mais enviando um e-mail para gabipdaltro@hotmail.com 
Acesse também o site www.sexosemduvida.com e conheça o atendimento psicológico online específico para terapia sexual.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga/Sexóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com




quinta-feira, 16 de abril de 2015

“Meu filho é muito ansioso”. O que fazer?

A ansiedade é uma emoção normal, ela nos ajuda a lidar com as situações difíceis e perigosas. Todos nós, inclusive as crianças, podemos nos sentir preocupados, nervosos ou estressados. A ansiedade se torna um problema quando ela impede que a criança desfrute a vida normal, afetando sua escola, relações familiares, amizades e saúde física. É neste ponto que a ansiedade assume o controle e a criança perde o controle. Ás vezes, há uma razão óbvia para a ansiedade, como enfrentar um teste, uma situação nova, uma doença na família, uma morte, etc. Contudo, a preocupação e o medo tendem a vir e a passar após o evento. Outra causa de ansiedade é a forma como a criança compreende o que vive e o que pensa sobre as coisas. É importante que desde a infância aprendamos a identificar e lidar de forma construtiva com nossos pensamentos, pois é a forma de pensar que provoca os sentimentos e emoções. As crianças com ansiedade tendem a pensar de forma negativa e crítica, ter foco nas coisas que dão errado, superestimar a probabilidade de acontecerem coisas ruins, subestimar sua capacidade de lidar com as dificuldades e ter expectativas de fracasso. Durante a psicoterapia, a criança vai aprendendo a identificar estas formas negativas de pensar, percebendo a ligação entre seus pensamentos, sentimentos e atitudes; aprende a checar evidências para seus pensamentos e desenvolve novas habilidades para lidar com a ansiedade. Os pais também são orientados a compreender este processo e auxiliados em como ar apoio e suporte à criança.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dicas para a Síndrome do Pânico

A Síndrome do Pânico é um transtorno marcado pela presença de ataques de pânico sem qualquer fator aparente que o provoque. Afeta cerca de 3% da população e produz sofrimento nos campos psicológico, físico e social. Durante os ataques de pânico ocorre medo intenso e desconforto, junto a alguns sintomas mais comuns como palpitações, suor frio, tremedeira, sensação de sufocamento, tontura, dor no peito ou abdômen, formigamento, ondas de calor ou calafrios, sensação de desmaio, entre outros. Um ataque pode durar até 40 minutos, atingindo seu pico em 10 minutos. É importante que a pessoa se lembre de que o ataque “passa”, de que irá sofrer e ter medo, mas que a angústia é passageira. Algumas medidas são importantes no tratamento do pânico: evitar o uso de estimulantes como café, chá mate e coca-cola, manter uma alimentação saudável e o corpo hidratado e praticar exercícios físicos moderadamente são medidas que ajudam a controlar e a diminuir a ansiedade. Práticas como a meditação podem ajudar no equilíbrio mente/corpo, bem como a Acupuntura pode ser usada como terapia complementar. A consulta a um médico especializado, neste caso o Psiquiatra, é fundamental. Muitas vezes o uso da medicação é necessário e importante para uma boa qualidade vida. A psicoterapia também faz parte do tratamento, pois é durante a terapia que a pessoa aprenderá a lidar e enfrentar as crises, bem como poderá trabalhar as causas mais profundas de sua ansiedade.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 24 de março de 2015

Olá amigos!


Segue abaixo o link para um texto esclarecedor sobre Problemas sexuais e causas psicológicas" Vale a pena ler. 

Consulte também o site www.sexosemduvida.com e acesse os textos sobre sexualidade. Dica preciosa.

Segue o link: 

http://www.sexosemduvida.com/saude_sexual/51-problemas-sexuais-e-causas-psicologicas.html

quarta-feira, 11 de março de 2015

Dicas simples para melhorar o prazer sexual

Quando se pensa em incrementar a vida sexual muitas pessoas logo imaginam o uso de produtos eróticos, fantasias, situações mirabolantes. Claro, tudo isso é válido, principalmente se for algo que o casal deseja e que dê prazer a ambos. Contudo, na maioria das vezes, as dificuldades do casal envolvem muito mais a disposição para estar realmente presente e com os sentidos abertos durante a relação. Para fugir do sexo sem graça e estimular o prazer valem três regrinhas: foco nas sensações, uso correto da respiração e liberdade de expressão. Focar nas sensações e não na performance sexual é fundamental. Tente se concentrar nas sensações da pele, no beijo, no cheiro, nos sons. O segundo passo diz respeito a respirar profundamente, pois quando sua respiração está equilibrada, mais as sensações ficam evidentes. Ou seja, quanto mais você respira livremente e com todo o corpo, mais intensa a sensação de prazer. E por último, é preciso se permitir ficar à vontade, expressar-se, soltar os sons do corpo. Se precisar de treino, vale começar praticando sozinho (a). E se precisar de ajuda extra, procure um profissional especializado.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 4 de março de 2015

Educando pré-adolescentes

Como preparar o filho para as exigências da adolescência é uma das dúvidas que surgem quando as crianças atingem a marca dos 10 aos 12 anos. É comum dizermos que a criança já é um pré-adolescente. Isso porque algumas questões são bem infantis e outras podem beirar dificuldades típicas da adolescência. A atitude dos pais nesta fase é essencial. Os pais costumam estar mais seguros e equilibrados do que na fase seguinte, o que é uma boa oportunidade de orientar e estimular alguns comportamentos. Mais importante: neste período os filhos tendem a aceitar as orientações e conversas com mais facilidade. Alguns pontos importantes para trabalhar com o pré-adolescente são: estabelecer períodos de repouso ou atividades mais sossegadas; acostumar os filhos a dizer onde estarão e com quem; ter um tempo diário para conversar com eles; alertar sobre a possibilidade de oferecerem drogas; ensinar os filhos a dizer ‘não’ com segurança aos amigos; começar a esclarecer sobre sexualidade e mudanças corporais; estimular que comuniquem qualquer problema ou dúvida; reforçar valores éticos. Nesta fase é importante supervisionar para saber se o combinado foi cumprido. Algumas rebeldias já estarão presentes também: selecione o que vale a pena brigar e o que pode ser tolerado. Se surgirem dúvidas específicas, procure um especialista.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Como ajudar seu filho (a) a decidir a hora da primeira vez

Quando é hora certa de iniciar a vida sexual?  Para a surpresa de muitos pais, a vida sexual dos filhos começa bem antes da primeira relação sexual. Tudo que se sente e pensa sobre sexo e sexualidade influencia este momento marcante. É importante reconhecer que a identidade sexual dos filhos, sua orientação sexual e também o preparo prático e psicológico para a relação são construídos desde a infância. Na pré-adolescência algumas dúvidas específicas sobre o desenvolvimento do corpo e do desejo devem surgir e as respostas e conversas vão ajudar o pequeno jovem a se preparar para a primeira vez. Importante ressaltar que não existe hora certa para a “primeira vez”. Para cada pessoa existe um momento apropriado. Este momento deve levar em conta se o jovem está amadurecido para o sexo. Se ele ou ela é capaz de responder “Quero mesmo?”, “Dou conta de lidar com tudo que o sexo envolve?”, “Estou segura (o) para isso?”. Outros pontos são fundamentais: ter decidido com o médico ginecologista/urologista um método anticoncepcional; ter praticado o uso da camisinha, que deve ser usada desde a primeira vez e ter a certeza de que escolheu a pessoa certa para viver este momento especial de forma tranqüila e o mais prazerosa possível. Conversar com os filhos nesta última etapa pode ser mais difícil do que nas fases anteriores. Respeitar suas decisões pode parecer impossível. Mas com um diálogo franco, aberto, com informações confiáveis e mostrando-se disponível para o antes e o depois é possível preparar o jovem para que este escolha sua hora certa sem arrependimentos.

Gabriela Pavani Daltro
Psicóloga/Sexóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com