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segunda-feira, 7 de abril de 2014

Informação para vida sexual mais feliz

Cerca de 35% dos homens e 55% das mulheres (dados da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana) apresentam algum tipo de dificuldade na cama. Duvidas sobre frequência de relações sexuais, pratica de masturbação, dificuldade para atingir orgasmo, dentre outras inúmeras duvidas povoam a mente dos brasileiros, atrapalhando e impedindo uma vida sexual satisfatória. A grande maioria das dificuldades pode ser resolvida apenas com educação sexual, ou seja, muito do que se sofre em relação à sexualidade tem haver com a falta de informação adequada sobre o próprio corpo e os próprios desejos. A falta de dialogo franco com o parceiro e outra causa de dificuldades. Conversar sobre sexo em publico e também na vida privada ainda e tabu. A maior parte das pessoas tem a ideia de que sexo se aprende fazendo e que não há nada a se dizer a respeito. Esta falta de informação na verdade e gerada e gera uma serie de repressões e preconceitos, o que resulta em relações cheias de remorso, culpa, insatisfação e medo. Mas há o que ser feito. Hoje inúmeros sites, livros e profissionais que podem ajudar a pessoa a esclarecer-se e realmente obter uma vida sexual mais satisfatória e feliz. Busque informação e, se ela não for suficiente, busque ajuda especializada.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Esteja atento ao Bullying e Cyberbullying

O bullying e uma situacao de violencia, que geralmente ocorre no ambiente escolar, em que são praticados atos de assedio/abuso fisico ou psicologico, sem motivacao aparente e contra alguem em desvantagem de poder. O bullying se sustenta ao longo do tempo, ocorre com frequência e sempre existe a intenção de magoar ou humilhar. Traz consequencias desastrosas para vitimas, agressores e testemunhas.  Na maioria dos casos, o menino ou menina assediado se mantem calado, se sente incapaz de reagir ou lidar com a agressão; essa situação intimidadora produz dor, angustia e medo. Em geral os meninos tendem a praticar agressões físicas, enquanto as meninas tendem a praticar agressões verbais e psicológicas. Há também a situação de cyberbullying, em que estas agressões e constrangimentos são praticados através da internet, por sites, perfis falsos e redes sociais. Tanto para vitimas como agressores e testemunhas há consequências relativas ao modo de resolver conflitos, respeito ao outro e a si-proprio, auto-estima, bem como prejuízo na aprendizagem e outras áreas da vida. Mudancas de comportamento, humor, evitar ir a escola, choro constante, mudanças de apetite, pesadelos ou insônia, são alguns sintomas de algo não vai bem. E importante dialogar muito, abrir espaço para o tema em casa e apoiar meninos e meninas neste momento, bem como procurar ajuda junto a escola e profissionais especializados.

Gabriela P. Daltro
Psicologa CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Desafios para as novas familias: como conviver e educar?

Nas ultimas décadas, o modo como são formadas as famílias vem mudando: muito mais do que regras definidas, são as associações afetivas que definem o que e Familia. Assim, estas associações, ou vínculos de afeto, podem se dar entre homens e mulheres, indivíduos do mesmo sexo, indivíduos com idades diferentes, uniões com filhos de antigas uniões junto a novos filhos, entre outras inúmeras formas de união. Contudo, nestas novas maneiras de conviver afetivamente surgem desafios como, por exemplo a relação com o ex-marido ou ex-esposa, a relação com filhos de outras uniões, enteados, desafios para mães e pais solteiros, etc. A cada nova união surgem duvidas sobre o papel de cada participante, o direito e responsabilidades de cada um; como conviver com os “ex”, como e com que direito educar enteados e filhos...enfim, uma avalanche de perguntas ocorre tanto para adultos quanto para as crianças. O importante e perceber que cada relação e diferente e que não existe uma regra única de convivência: a cada situação uma estratégia.  Para ajudar nestes momentos de (in)definição a ajuda de um psicólogo e valiosa. Na terapia são trabalhados os conceitos tradicionais e modernos de família, a quebra de paradigmas, a compreensão de algumas situações especificas, bem como a ajuda para entender o papel e a responsabilidade de cada parte na vida do casal e dos filhos.

Gabriela P. Daltro
Psicologa CRO 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Quando responder perguntas de sexualidade das crianças?

Abordar assuntos da sexualidade em casa sempre foi sentido pelos pais como algo desconcertante e difícil. Quando as crianças perguntam sobre assuntos que já fazem parte da vida moderna, seja pelo acesso a mídia ou mesmo convivência com os colegas, como sexo, prostituição, AIDS, homossexualidade, etc. os pais costumam ficar perdidos e sempre surge a duvida: já e hora de responder? O que e apropriado para esta idade? Sera que meu filho (a) esta avançando demais? Em geral surgem respostas evasivas como: “agora não” ou “você e muito pequeno para entender”. As questões sobre sexo, sexualidade e reprodução humana provocam constrangimentos por desinformação, preconceitos, medos, princípios filosóficos ou religiosos e, muitas vezes, ate por falta de tempo para conversar. A hora apropriada de responder as perguntas e exatamente quando elas surgem: a curiosidade da criança e o melhor termômetro sobre o que ela já e capaz de perceber e absorver sobre o tema. E claro que para cada idade devem ser usadas figuras e palavras que a criança possa compreender, bem como limitação na riqueza de detalhes das explicações. Contudo, responder claramente ao que seu filho(a) pergunta e a melhor forma de estabelecer um vinculo de confiança em que ele saberá que pode recorrer aos pais quando surgirem duvidas ou, ate mesmo, situações problemáticas e/ou de violência. Os pais são os principais responsáveis pela educação sexual de seus filhos, e para isso o conhecimento e a clareza na informação são vitais. Quando surgirem duvidas sobre o que e adequado para cada idade, ou mesmo perguntas que não se saiba responder, procure ajuda especializada de um educador, pediatra ou psicólogo especializado.

Gabriela P. Daltro
Psicologa CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sindrome do Panico: procure ajuda

A Sindrome do Panico e um transtorno que se caracteriza pela presença de ataques de pânico sem qualquer fator aparente que o provoque. Afeta cerca de 3% da população e produz sofrimento nos campos psicológico, físico e social. Durante os ataques de pânico ocorre medo intenso e desconforto, junto a alguns sintomas mais comuns como palpitações, suor frio, tremedeira, sensação de sufocamento, tontura, dor no peito ou abdomen, formigamento, ondas de calor ou calafrios, sensação de desmaio, entre outros. Para ser diagnosticado com Sindrome do Pânico e preciso que estes ataques tenham ocorrido ao menos duas vezes e que não possam ser explicados pelo uso de alcool, drogas ou outros medicamentos e doenças clinicas. E um transtorno que causa enorme prejuízo social, conjugal e emocional e pode atrapalhar e ate impedir que a pessoa ande sozinha, trabalhe e realize atividades do dia-a-dia. Em geral, há uma predisposição genética somada a estresse do ambiente como divorcio, viuvez, problemas no trabalho, violência, etc. que predispõem a pessoa as crises. O tratamento envolve, em geral, medicação e psicoterapia. Na psicoterapia são trabalhados tanto técnicas de controle dos sintomas quanto aspectos gerais da vida do cliente que estejam sustentando situações de medo e estresse viando a reinserção funcional, familiar e profissional. Se você sente estes sintomas procure ajuda especializada: o objetivo e sempre ter uma vida de boa qualidade.

Gabriela P. Daltro
Psicologa CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Psicoterapia no tratamento da Ejaculacao Precoce

A ejaculação precoce é o transtorno sexual em que o homem ejacula (elimina esperma pelo pênis) antes do momento que gostaria. Geralmente ocorre após rápida estimulação sexual e antes ou logo após a penetração do pênis na vagina. Este transtorno afeta cerca de 29% dos homens; causa sofrimento e pode dificultar seus relacionamentos. O tratamento depende da duração do transtorno e a psicoterapia sexual e focada especialmente na mudança de alguns hábitos sexuais. O terapeuta buscará com o homem e/ou com o homem e parceira (o) estratégias para melhor controle sobre a ejaculação. Estas estratégias incluem maior atenção às atividades sexuais anteriores à penetração, estimulação do prazer em dar e receber toques em várias regiões do corpo e em descobrir quais áreas são mais prazerosas. Durante esses exercícios, o casal vai adquirindo mais intimidade e a comunicação aumenta. O foco de atenção não é mais "se a ejaculação poderá ou não ser controlada" e sim a sensação prazerosa. O homem também aprende a perceber qual o momento em que está prestes a ejacular e a adequar o ritmo e a velocidade das carícias. Para aqueles que passam a apresentar o problema após um período de controle ejaculatório satisfatório, o terapeuta trabalhará a vida afetivo-conjugal, profissional e sua capacidade de relaxar. Psicoterapia individual ou do casal e medicamentos que ajudam a controlar a ejaculação poderão ser necessários. Procurar conversar abertamente com a parceira é o primeiro passo. Após isto, a ajuda médica e psicológica devem ser consideradas.

Gabriela P. Daltro
Psicologa CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Estresse em criancas

 O estresse nao e uma doenca, mas pode facilitar o aparecimento de diversas enfermidades, tanto em adultos quanto em criancas. O estresse provoca mal-estar que pode aparecer como dor de barriga ou nos músculos, dificuldades para dormir, agressividade, depressão e choro em excesso, irritabilidade e mau humor constante, dificuldade de prestar atenção e inquietação. As principais situações geradoras de estresse infantil estão ligadas a mudanças nos relacionamentos ou ambiente escolar e familiar como o nascimento de irmãos, brigas em família, exigências da professora, hospitalização própria ou de familiares, colegas que a ignoram, morte na família, injustiças em casa, festa de aniversario, pensar que deus vai castigar, a escola, atividades em excesso, preocupar-se demais com tudo, etc. Os pais precisam ficar atentos aos sintomas de estresse quando estas situações estiverem ocorrendo na vida da criança. Algumas estratégias podem auxiliar na ajuda a criança: ressaltar que o estresse passa e que e preciso ter calma; indicar um adulto de confiança para que ela desabafe e divida seus problemas; ajuda-la a respirar fundo e acalmar-se quando estiver muito nervosa e adotar uma rotina de relaxamento; inserir atividades físicas e de lazer na rotina; alimentar-se bem com verduras e frutas diariamente; lembra-la de que há solução para os problemas e que sempre há algo de positivo em uma situação que parece ruim, ajuda-la a não se preocupar com as pequenas coisas, lembrando que quase tudo são pequenas coisas. Se necessário, procurar ajudar profissional de um psicólogo especializado.

 Gabriela P. Daltro
Psicologa CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com