quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Estresse em criancas

 O estresse nao e uma doenca, mas pode facilitar o aparecimento de diversas enfermidades, tanto em adultos quanto em criancas. O estresse provoca mal-estar que pode aparecer como dor de barriga ou nos músculos, dificuldades para dormir, agressividade, depressão e choro em excesso, irritabilidade e mau humor constante, dificuldade de prestar atenção e inquietação. As principais situações geradoras de estresse infantil estão ligadas a mudanças nos relacionamentos ou ambiente escolar e familiar como o nascimento de irmãos, brigas em família, exigências da professora, hospitalização própria ou de familiares, colegas que a ignoram, morte na família, injustiças em casa, festa de aniversario, pensar que deus vai castigar, a escola, atividades em excesso, preocupar-se demais com tudo, etc. Os pais precisam ficar atentos aos sintomas de estresse quando estas situações estiverem ocorrendo na vida da criança. Algumas estratégias podem auxiliar na ajuda a criança: ressaltar que o estresse passa e que e preciso ter calma; indicar um adulto de confiança para que ela desabafe e divida seus problemas; ajuda-la a respirar fundo e acalmar-se quando estiver muito nervosa e adotar uma rotina de relaxamento; inserir atividades físicas e de lazer na rotina; alimentar-se bem com verduras e frutas diariamente; lembra-la de que há solução para os problemas e que sempre há algo de positivo em uma situação que parece ruim, ajuda-la a não se preocupar com as pequenas coisas, lembrando que quase tudo são pequenas coisas. Se necessário, procurar ajudar profissional de um psicólogo especializado.

 Gabriela P. Daltro
Psicologa CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Atendimento Psicologico para Criancas

O atendimento psicologico infantil visa trabalhar dificuldades e distúrbios emocionais que estejam causando algum tipo de desconforto a criança ou família. Em geral a criança e encaminhada pelo pediatra ou escola por apresentar sintomas como agressividade, ansiedade, dificuldades de aprendizagem, choro excessivo, medo, distúrbios do sono, hiperatividade, entre outros sintomas comuns ao universo infantil. Na fase da infância a criança experimenta sentimentos e sensações como os adultos, mas ainda não possui os recursos internos e maturidade física e psicológica para lidar adequadamente com eles. Assim, dificuldades emocionais podem apresentar-se através de brincadeiras e do relacionamento da criança com os pais, amigos e professores. Durante os atendimentos, são realizadas brincadeiras, jogos, desenhos, jogos de imaginação, entre outras formas de acessar e permitir que a crianca expresse e tome consciência de suas dificuldades. Em geral algumas sessões de orientações aos pais também são realizadas, como forma de apoio ao desenvolvimento da criança em casa.  Procurar ajuda especializada o quanto antes e fundamental para que a tanto a criança quanto os pais possam desenvolver um relacionamento saudável entre si e com o mundo.

Gabriela Pavani Daltro
Psicologa CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Vida sexual na Terceira Idade

Muitas pessoas na velhice continuam sendo sexualmente ativas, e cerca de metade dos homens acima dos 90 anos referem manter desejo sexual. De acordo com as pesquisas, contudo, somente cerca de 15% podem ser considerados sexualmente ativos. Na nossa sociedade a relação sexual tem sido considerada atividade dos jovens, das pessoas com boa saúde e fisicamente atraentes. A ideia de que pessoas na terceira idade mantem desejo e interesse sexual e vida sexual ativa ainda não e amplamente aceita, ainda que seja realidade. Muitas pessoas na velhice sentem culpa e vergonha por seus desejos e muitas vezes não conseguem procurar ajuda adequada por acreditarem que sentir vontade e prazer sexual em sua idade esta “errado”.  Além dessas crenças que interferem negativamente para uma sexualidade plena em idades mais avançadas, há também especificidades desta época da vida como a capacidade de interesse do parceiro (a), o estado de saúde, problemas de impotência ou dor na relação, efeitos colaterais de medicamentos e perda de privacidade (como morar na casa dos filhos, por exemplo). E importante ressaltar que há muitas diferenças individuais em relação aos efeitos da idade na sexualidade, mas e importante saber que homens e mulheres podem continuar a desfrutar de uma vida sexual alegre e prazerosa com o avançar dos anos e que existe ajuda especializada. Procure seu urologista, ginecologista e psicólogo sexólogo para ajudar nestas questões. Afinal, sexualidade também e qualidade de vida em qualquer idade.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 10 de julho de 2013


Solte-se na vida e seja feliz

Imaginar, esperar, desejar e ter expectativas faz parte da vida. Mas não é a vida. Viver exige que tenhamos pés no futuro, mas a alma no presente.A vida proporciona situações inusitadas e inesperadas o tempo todo e fornece também a oportunidade de exercemos nossos potenciais. Contudo, a realização pessoal fica muitas vezes prejudicada pelo que esperamos. Não dá pra prever e nem pra congelar o fluxo das coisas, dos acontecimentos, das pessoas e emoções. Ao esperar resultados específicos, deixamos de aproveitar a experiência do momento e, assim, a experiência da própria vida e do prazer que ela pode proporcionar. Isso porque as expectativas geram cobranças internas e externas e determinam nossas reações as situações que nos acontecem. Muitas vezes podemos reagir negativamente a uma situação da vida não porque ela é ruim em-si e sim porque não aparece do modo como esperávamos, ou seja, não corresponde as nossas expectativas. Uma vida repleta de qualidade e bem-estar está intimamente ligada à capacidade da pessoa em aproveitar o fluxo de suas experiências de modo rico mas também tranquilo. Viver bem é estar aberto para a realidade da vida e não congelar suas potencialidades em nome de uma idéia pré-concebida do que é o certo/errado, o sucesso ou o fracasso. Toda experiência é válida se for vivida com intensidade e autenticidade. Menos ansiedade, menos medo e mais atitudes que te lembrem sempre que você está vivo e merece o melhor que a vida pode te trazer!

Gabriela Pavani Daltro
Psicóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Transexualismo: conhecer para ajudar

O Transexualismo é um Transtorno de Identidade de Gênero, ou seja, uma condição em que a pessoa sente desejo irreversível de ser aceito e pertencer ao sexo oposto. Este desejo é acompanhado de um sentimento de inadequação e desconforto em relação ao sexo anatômico. Esta sensação de “estar no corpo errado” e de desconforto com o próprio sexo deve ser persistente, ou seja, estar presente o tempo todo. É importante diferenciar transexualismo de homossexualidade. No primeiro há inconformidade e estranheza com o próprio corpo e com o papel social (agir e ser aceito como homem ou mulher) e independe da orientação do desejo sexual; na homossexualidade o indivíduo está satisfeito com o sexo anatômico e não deseja mudá-lo. O diagnóstico de transtorno de identidade de gênero é complexo e, muitas vezes longo, pois depende de entrevistas clínicas, investigação do desenvolvimento psicossexual, identificação de gênero, orientação sexual, sentimentos sobre características sexuais secundárias (formato do corpo, cabelos, etc), papel social do sexo designado, bem como exclusão de outros tipos de transtornos, transtornos psicóticos e comorbidades como depressão e ansiedade. A vontade de pertencer ao sexo oposto deve persistir por pelo menos dois anos para que se efetue um diagnóstico. É um quadro que causa extremo sofrimento e que requer acompanhamento o mais cedo possível. Manifesta-se tanto na infância quanto na adolescência e vida adulta mas, em geral, muitos transexuais relatam já demonstrar sua vontade desde a infância. Estima-se que cerca de 1% a 2% da população infantil apresente o transtorno, que pode ou não evoluir para a vida adulta. Procurar ajuda especializada nestes casos é fundamental, pois pode haver automutilação dos genitais, depressão prolongada e até mesmo risco de suicídio para pacientes não tratados.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 86668

gabipdaltro@hotmail.com

terça-feira, 5 de março de 2013

Dicas para desenvolver a autoridade dos pais

Os pais estão sempre ensaiando a melhor resposta para os maus comportamentos dos filhos e muitas vezes, quando a resposta não é adequada, perdem a autoridade ao invés de aumenta-la. Algumas das principais condutas dos pais que levam a perda da autoridade, ou seja, leva os filhos a não obedecer as regras e limites desejados são: lutar por poder com a criança ou adolescente, gritos e ameaças, respostas vagas e inconsistentes, dar castigos que não serão cumpridos, perguntar em excesso, suplicar e falta de perseverança. Destes, dar castigos que não se pode cumprir e falta de perseverança costumam ser os mais problemáticos. É importante propor consequências aos filhos, tanto boas para bom comportamento quanto as que decorrem de mau comportamento, sendo que estas consequências devem ser sempre cumpridas. Desta forma os filhos aprendem a seguir regras, a obedecer mais prontamente aos avisos e pedidos dos pais, bem como desenvolvem segurança nas palavras e opiniões dos pais. São limites necessários e fundamentais para o crescimento saudável das crianças e jovens. Contudo, os pais não podem ter preguiça, medo, dó, culpa ou qualquer outra condição que sirva de desculpa para não persistir em checar se a ordem foi mesmo cumprida e aplicar as consequências necessárias. Entenda que os filhos precisam da firmeza dos pais e que isso não significa grosseria, perda de controle, gritaria ou punição excessiva. A educação exige repetição e muitas vezes vai mesmo deixar os pais sobrecarregados. Os pais sempre podem contar com ajuda especializada de psicólogos em caso de dúvidas e problemas de comportamento que não conseguem resolver sozinhos.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Sexualidade é saúde

Disfunção Sexual é a dificuldade ou incapacidade de participar do relacionamento sexual com satisfação. Tanto as disfunções masculinas quanto femininas se dão pela falta, excesso, desconforto ou dor na expressão do ciclo de resposta sexual. O ciclo de resposta sexual é o processo pelo qual o desejo e a excitação sexual se dão até atingirem o clímax ou orgasmo. Quando há uma falha em alguma parte deste processo, entendemos que existe uma disfunção sexual que pode afetar tanto o desejo (vontade) quanto a expressão sexual (lubrificação, ereção, orgasmo). Os ciclos são diferentes para o homem e para a mulher. Os homens costumam apresentar queixa mais frequente quanto a um tipo de resposta (falta de ereção ou descontrole da ejaculação), enquanto as mulheres se referem mais ao desejo sexual e a qualidade subjetiva (satisfação emocional) da experiência sexual. Os prejuízos emocionais das disfunções sexuais são grandes: elas afetam a produtividade, auto-estima, relacionamento conjugal e social e podem originar quadros de depressão, ansiedade, entre outros. As causas das disfunções podem ser tanto físicas quanto psicológicas e em 70% dos casos a psicoterapia sexual é indicada. Qualidade de vida também é qualidade da saúde sexual. Disfunção sexual tem tratamento: procure seu médico urologista, ginecologista ou psicólogo especializado e informe-se.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 86668

terça-feira, 8 de janeiro de 2013


O que fazer quando seu filho bate em você

Uma das dúvidas mais comuns dos pais é sobre como agir quando o filho pequeno é agressivo ou bate. É importante que os pais compreendam que todas as crianças vão experimentar bater, empurrar, morder, etc em algum momento e que isto pode se dar por diversas causas. Cada criança possui uma estratégia para se defender ou ir atrás do que deseja: algumas reagem na hora, outras choram, algumas gritam, etc. O importante não é o “porquê”, mas sim as consequências que se seguem ao ato da criança. Portanto, toda vez que seu filho bater em você coloque o limite imediatamente. Fique sério, demonstre com sua expressão que não gostou, diga a ele que isto é inaceitável e que você não vai admitir este tipo de comportamento. Se a criança estiver no colo, coloque-a no chão, ou berço. Muitas vezes a criança vai chorar, você não deve pega-la no colo enquanto ela estiver chorando, pois ela aprenderá que basta fazer um pouco de birra que a agressão será desculpada. Não precisa ficar de cara feia por dois dias, mas também não por dois minutos, aja com bom senso. Se você perceber que a criança vai bater não espere por ela: segure seus braços sem machucar e repita o procedimento. É importante não variar a tolerância á agressão da criança conforme seu humor; esteja você com mais ou menos paciência é fundamental não aceitar o comportamento agressivo. Aja com naturalidade, corrigindo e informando a criança, sem dramas. Para a maior parte dos comportamentos agressivos esta técnica promove bons resultados. Para dúvidas ou situações que você não consegue lidar no momento, procure a ajuda especializada de um psicólogo.

Gabriela P. Daltro

Psicóloga CRP 86668

gabipdaltro@hotmail.com