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terça-feira, 23 de junho de 2015

Novos significados para dores antigas

Você tem pensado muito no passado ultimamente? O quanto ressentimentos, frustrações e perdas passadas ainda ocupam do seu dia? Algumas vezes achamos que uma situação já está superada, mas o que se faz é apenas negar os sentimentos e dores.  Muitas vezes percebemos que estamos negando porque vivemos situações parecidas, que tendem a se repetir; outras vezes  esperamos que uma mudança venha de fora, de forma mágica. É claro que parece mais lógico tentar esquecer e caminhar para a frente, mas muitas vezes isto só é possível retornando ao centro da dor e do problema. Superar não é esquecer. Superar uma dificuldade, um momento ruim do passado, uma dor é admitir sua existência, compreender  o que pôde ou não ser feito e, através de um processo de autoconhecimento, encontrar formas mais maduras de lidar com os problemas.  É assim que ressignificamos um conflito: transformando o passado em fonte de experiências e aprendizado real, de forma que o presente possa ser plenamente vivido e possamos nos dar uma chance verdadeira de mudança no futuro.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga/Sexóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Dificuldades sexuais? Existe solução!

Uma grande parcela dos casais enfrentam algum tipo de dificuldade sexual durante a vida. Segundo pesquisas, cerca de 50% das pessoas sofrem com questões incômodas em relação à prática sexual. As dificuldades atingem homens e mulheres de todas as raças, classes sociais e estados civis. As dificuldades podem atingir fases diferentes da resposta sexual: pode haver diminuição do desejo sexual, dificuldade de lubrificação e excitação, dor durante a relação sexual, dificuldade em atingir o orgasmo, dificuldade em controlar a ejaculação, dificuldades para obter e/ou manter a ereção, dificuldade para ejacular, entre outros problemas. As disfunções sexuais geram muita angústia e podem levar a quadros de ansiedade e depressão. Acarretam prejuízos na produtividade no trabalho, na auto-estima, conflitos conjugais, perda da auto-confiança e até da vontade de viver. Para toda dificuldade sexual, há uma solução. Existe tratamento especializado para cada caso. Algumas vezes pode ser indicado uso de medicação, mas em todas as vezes a psicoterapia sexual é indicada para que a pessoa aprenda a lidar com as causas e os efeitos de sua dificuldade. Em geral, a terapia sexual envolve educação sobre aspectos da sexualidade, trabalho de questões internas, medos e angústias, bem como exercícios práticos realizados de forma individual ou com o casal.  É preciso buscar tratamento, priorizar o bem-estar e superar a vergonha e o medo. Afinal, a sexualidade é um aspecto central da identidade e da vida de todos nós. Não é vergonha estar vivendo um momento delicado. Procure um profissional especializado e tire suas dúvidas.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga/Sexóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com



quarta-feira, 13 de maio de 2015

Brincando de ajudar: como estimular as crianças a ajudar em casa


Em geral os pais costumam deixar as crianças longe das tarefas domésticas. Contudo, esta é uma ótima oportunidade de estimular a autoconfiança, independência e auto estima dos pequenos. É importante que as crianças participem de pequenos afazeres e que os pais os ajudem a realizá-los e estimulem quando acertarem. Ajudar na casa é benéfico porque estimula a coordenação motora, atenção e, principalmente, o espírito de equipe no lar. Se os pais fazem tudo a sensação que fica para a criança é de que ela é incapaz. Algumas sugestões de tarefas incluem contar histórias enquanto efetuam alguma limpeza, usar músicas infantis e dançar e cantar enquanto arrumam a casa e guardar os próprios brinquedos (pode ser feito na forma de corrida, competição para ver quem guarda primeiro). Outra forma interessante de estimular as crianças é criar uma tabela das ações a serem realizadas como levar o prato sujo até a pia, jogar a roupa suja no cesto, regar as plantas. Quando os pequenos completarem a tabela toda a família pode comemorar com um passeio por exemplo. Algumas crianças também adoram ajudar na cozinha. Selecione o que é possível fazer levando em conta as possibilidades e a segurança da criança, bem como evite o contato direto com produtos de limpeza. Com certeza as crianças vão adorar estes desafios e os pais também!


Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Como funciona a Orientação Psicológica Online?

Sessões de terapia à distância estão sendo cada vez mais usadas por pessoas que têm muitas coisas para fazer e pouco tempo. A idéia é simples: em vez de se deslocar até o consultório, sua consulta é feita usando o método de comunicação virtual com o qual você e o terapeuta se sentem mais à vontade. A terapia online também é útil para quem viaja muito e não consegue manter a rotina das consultas. Para fazer uma sessão de terapia online, você não precisa nem de um computador, pode usar um iPad ou um smartphone compatível com o Skype. As sessões online apresentam uma oportunidade única de aprendizado e mudança comportamental, uma vez que o contato com o profissional é o mesmo que de forma presencial. Algumas pessoas podem sentir-se ainda mais seguras e confiantes no ambiente virtual. O Conselho Federal de Psicologia – CFP autoriza o psicólogo a prestar atendimento psicológico/orientação psicológica, mediada pelo computador, oferecendo orientações práticas e aconselhamento para a resolução de problemas específicos de modo focal e breve.Até o momento, o psicólogo pode dispor de até vinte contatos/sessões. É direito do cliente e é garantido através do “Código de Ética Profissional do Psicólogo“, o sigilo absoluto de todas as informações. 
Saiba mais enviando um e-mail para gabipdaltro@hotmail.com 
Acesse também o site www.sexosemduvida.com e conheça o atendimento psicológico online específico para terapia sexual.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga/Sexóloga CRP 06/86668
gabipdaltro@hotmail.com




quinta-feira, 16 de abril de 2015

“Meu filho é muito ansioso”. O que fazer?

A ansiedade é uma emoção normal, ela nos ajuda a lidar com as situações difíceis e perigosas. Todos nós, inclusive as crianças, podemos nos sentir preocupados, nervosos ou estressados. A ansiedade se torna um problema quando ela impede que a criança desfrute a vida normal, afetando sua escola, relações familiares, amizades e saúde física. É neste ponto que a ansiedade assume o controle e a criança perde o controle. Ás vezes, há uma razão óbvia para a ansiedade, como enfrentar um teste, uma situação nova, uma doença na família, uma morte, etc. Contudo, a preocupação e o medo tendem a vir e a passar após o evento. Outra causa de ansiedade é a forma como a criança compreende o que vive e o que pensa sobre as coisas. É importante que desde a infância aprendamos a identificar e lidar de forma construtiva com nossos pensamentos, pois é a forma de pensar que provoca os sentimentos e emoções. As crianças com ansiedade tendem a pensar de forma negativa e crítica, ter foco nas coisas que dão errado, superestimar a probabilidade de acontecerem coisas ruins, subestimar sua capacidade de lidar com as dificuldades e ter expectativas de fracasso. Durante a psicoterapia, a criança vai aprendendo a identificar estas formas negativas de pensar, percebendo a ligação entre seus pensamentos, sentimentos e atitudes; aprende a checar evidências para seus pensamentos e desenvolve novas habilidades para lidar com a ansiedade. Os pais também são orientados a compreender este processo e auxiliados em como ar apoio e suporte à criança.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dicas para a Síndrome do Pânico

A Síndrome do Pânico é um transtorno marcado pela presença de ataques de pânico sem qualquer fator aparente que o provoque. Afeta cerca de 3% da população e produz sofrimento nos campos psicológico, físico e social. Durante os ataques de pânico ocorre medo intenso e desconforto, junto a alguns sintomas mais comuns como palpitações, suor frio, tremedeira, sensação de sufocamento, tontura, dor no peito ou abdômen, formigamento, ondas de calor ou calafrios, sensação de desmaio, entre outros. Um ataque pode durar até 40 minutos, atingindo seu pico em 10 minutos. É importante que a pessoa se lembre de que o ataque “passa”, de que irá sofrer e ter medo, mas que a angústia é passageira. Algumas medidas são importantes no tratamento do pânico: evitar o uso de estimulantes como café, chá mate e coca-cola, manter uma alimentação saudável e o corpo hidratado e praticar exercícios físicos moderadamente são medidas que ajudam a controlar e a diminuir a ansiedade. Práticas como a meditação podem ajudar no equilíbrio mente/corpo, bem como a Acupuntura pode ser usada como terapia complementar. A consulta a um médico especializado, neste caso o Psiquiatra, é fundamental. Muitas vezes o uso da medicação é necessário e importante para uma boa qualidade vida. A psicoterapia também faz parte do tratamento, pois é durante a terapia que a pessoa aprenderá a lidar e enfrentar as crises, bem como poderá trabalhar as causas mais profundas de sua ansiedade.

Gabriela P. Daltro
Psicóloga CRP 06/86668

gabipdaltro@hotmail.com